por PodMak - Publicado dia 26 de maio de 2010 às 18:31
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Carlos Nepomuceno é doutorando em Ciência da Informação pela Universidade Federal Fluminense, com o tema Redes do Conhecimento. Jornalista e consultor especializado em Redes Humanas, com especialização no mundo Web, desde 1995.rnrnNo primeiro VideoMak, projeto do PodMak, ele conversa com Oscar Ferreira (@kakamachine) sobre uma crise invisivel que estamos passando e sobre a Ruptura 2.0 que a sociedade vive. Um bate papo instrutivo que serve como base de pesquisa e estudos para quem quer entender cada dia mais as mudanças da sociedade com a entrada da internet na nossa vida.
Ferelias escreveu 24/11/2012 às 12:30:08
responderInternet 3.0
Usando o exemplo debatido: a Lei da Ficha Limpa.
Na minha cidade (Pedro Leopoldo-MG, RMBH) a Lei foi rasgada, pois o ficha suja usou a mulher como laranja.
A população, marcantemente das zonas mais pobres da cidade, escolheu rasgar a lei.
Daí eu proponho a problemática da internet valorativa dos predicados pessoais.
Usando ainda exemplo do próprio vídeo: o Prof. reconhece que estudou mais que os outros e num grupo de trabalho ele "já tem um ponto de vista", ou seja, ele não está saindo do zero (afinal, já esquentou bastante a bunda estudando enquanto neguinho tava tomando uma skol geladaça, uhuuu!
Será que a evolução da internet 2.0 pautada numa igualdade que coloca qualquer pessoa em pé de igualdade com uma pensador (e quem ler que gaste tempo filtrando o que tem valor...) pode ser repensada?
claudio squitini-squitini@hotmail.com escreveu 10/02/2011 às 04:01:14
respondersó tem uma coisa eu não entendo a juventude de hoje deveria ser melhor e mais capacitado que a minha geração ,nasceram na era da tecnolgia,mas é o oposto,vc tem a resposta?
arquiteto claudio squitini escreveu 10/02/2011 às 03:57:10
respondera informação é tudo ,pois morei 10 anos em são paulo,hoje moro em barretos mas sempre procuro estar adequado a informçaõ,é apenas locais e distancias que nos separam mas a informção e cultura não existe barreiras.
claudio squitini escreveu 10/02/2011 às 03:53:58
responderadoro videos como esse ,a informação e cultura,parabéns,isso me faz ficar contente ainda existe pessoas com vontade de informação e cultura,ótimoooooooooooooo,claudio squitini arquiteto de barretos,sp.
Palazini escreveu 15/09/2010 às 22:12:51
responderSalve Guerreiros Parabéns pelo video,
faço também um Programa no qual entrevisto e recebo artistas e convidados
segue o link de um deles http://videolog.uol.com.br/video?578567
Saude e $uce&&o
http://palazini.com
Vamos SOMAR
Len escreveu 24/08/2010 às 04:09:46
responderCarlos, gostei dos comentários que providenciou neste vídeo. Valeu tentar me aproximar mais aos conceitos novos aqui apresentados entre voçê e o Oscar.
Paulo Magalhães escreveu 14/08/2010 às 18:42:44
responderPerguntar o que o consumidor quer nem sempre é o melhor, porque o consumidor não pensa fora do quadrado. Inúmeros produtos e serviços apareceram antes da demanda e hoje são considerados bens de primeira necessidade. Você quer um yhutio, consumidor? O que é isso? Eu quero é um cavalo mais rápido!
Outro ponto, consumidor não esse rei todo não. Ele compra o que tem na prateleira do supermercado porque é o jeito. Muitas vezes o consumidor aceita um serviço ruim porque é simplesmente o mais barato. E muitas vezes ele consome o que é permitido.
Veja um exemplo. A distinção piramidal de classes é genético do ser humano. Evolução 2.0, claro que vai ser restrito a alguns. A medicina é um exemplo disso mesmo nos países socialistas ricos. Além disso, facilidades tecnológicas podem ser acessadas pelo povão (pobre mesmo) desde que isso não atrapalhe os ricos. Dou um exemplo claro. Os pobres na Europa começaram a ter acesso a carros. Então, trafegar no centro das capitais ficou complicado. O que os ricos fizeram? Criaram uma tarifa para quem circula no centro da cidade. Os pobres deixam então as ruas do centro para os ricos que podem pagar. Possivelmente com o mencionado chip na placa. Na internet vai ser a mesma coisa. Quando os pobres começarem a atrapalhar os ricos, eles vão criar uma tarifa diferenciada para regular a quantidade de tráfego que o pobre vai ter direito. Os governos tem então que definir se internet é bem de primeira necessidade como água, energia e telefone.
O governo tem poder sim. Ele pode facilitar a concorrência. O preço não é determinado pelo custo, é determinado pela concorrência. O governo pode bancar a liberdade e mesmo facilitar a criação tecnológica. Na Ásia, eles decidiram desobedecer os Estados Unidos e hoje a internet aceita inúmeras línguas não latinas. O governo tem que aceitar que inúmeras iniciativas vão falir, mas outras vão ser alavancas. E nunca se joga o bêbê fora com a água da banheira. Sempre-se aprende-se alguma coisa, nos bons e maus momentos.
Concordo com a formação de grupos. Mas groupos tem força. Até que ponto o Estado vai aceitar a formação de grupos? A França por exemplo já reage com polícia aos grupos formados na internet. Até que ponto também um grupo formado no mencionado Orkut vai ser capaz de fazer a diferença no mundo real. O Estado vai sempre ser rápido para criar umas leis e extremamente lento para criar outras leis.
Em um ponto Mao tinha razão: sempre será muito cedo para julgar alguma coisa que aconteceu após termos nascidos.
Ricardo Vidigal da Silva escreveu 05/08/2010 às 05:59:01
responderUm visão clara, transparente, de longo alcance, suscentada cientificamente das transformações da Sociedade e das Organizações não só no Brasil mas no paranoma do Mundo global. Grande "Lição" ! Subscrevo como contributo prático para as potencialidades do "Mundo Lusófono" !.. Um Abraço (do tamanho do Oceano que nos separa !..) .../rvs